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Rio de Janeiro

A cidade do Rio de Janeiro é conhecida internacionalmente como “Cidade Maravilhosa”, seu litoral recortado por restingas, praias e montanhas fascinantes, repletas de Mata Atlântica. A Natureza foi generosa com o Rio de Janeiro, que possui duas reservas florestais em sua área metropolitana, o Parque Nacional da Floresta da Tijuca e o Parque Estadual da Pedra Branca. E assim encantaram-se os portugueses ao adentrarem na baia de Guanabara. A cidade é muito movimentada sempre com grandes eventos, alguns deixaram saudades e legados como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Tornando a cidade o principal cartão de visitas para os turistas estrangeiros no Brasil.


PONTOS TURÍSTICOS

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Um verdadeiro santuário ecológico protegendo diversas espécies em extinção do Brasil e Exterior. É um dos dez mais importantes do gênero no mundo, que além de abrigar as mais raras espécies de plantas da flora brasileira e de outros países, é uma ótima opção de lazer para crianças e adultos e um deleite para aqueles que querem contemplar a natureza.

Um passeio pelas alamedas do parque, onde animais silvestres fazem parte do cenário ao som dos vários pássaros que que habitam o lugar, como Tucano, Saíras e outras. A exuberância da natureza toma conta do visitante que, deslumbrado pelo colorido e a variedade da espécies da Natureza. Entre os cerca de 8200 exemplares da coleção viva do jardim, as atrações ficam por conta de palmeiras imperiais e espécies em extinção, como o pau-brasil, o araçá amarelo e o pau mulato, os canteiros medicinais e os jardins japonês, sensorial e rotário.

O orquidário, é um espetáculo à parte. Seus três mil exemplares de 600 espécies diferentes deixam qualquer um sensibilizado pela sua rara beleza. Outras atrações são o bromeliário, com cerca de 1700 bromélias de diversas formações, o violetário, a estufa das plantas carnívoras, coleção dos cactos, considerada uma das maiores do Brasil e a coleção de plantas medicinais. Uma parada obrigatória é a visitação aos seis lagos do Jardim, que abrigam belíssimas espécies de vitórias régia, lótus, papirus e água-pé. Entre eles, o Lago do Frei Leandro, que ganhou um projeto paisagístico e está totalmente recuperado.

As grandes folhas redondas e carnosas da vitória-régia chamam a atenção. Em perfeita harmonia com o parque, um rico patrimônio histórico e cultural marca presença no Jardim. Edificações históricas e monumentos com obras que datam dos séculos XVI ao XIX contam um pouco da história da região. Lá se encontra a antiga Fábrica de Pólvora construída por D. João VI, a Casa dos Pilões, a Casa dos Cedros, o antigo portal da Academia de Belas Artes e o Solar da Imperatriz. Este último, em 2001, após ser restaurado, ganhou a Escola Nacional de Botânica Tropical – a primeira no gênero na América Latina.

Fundado em 13 de junho de 1808 por D. João VI, príncipe regente na época, o Jardim Botânico foi criado com o objetivo de aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais. As primeiras plantas que chegaram, vieram das ilhas Maurício, do jardim La Plampemousse, oferecidas a D.João, por Luiz de Abreu Vieira e Silva. Entre elas estava a Palma Mater, uma das palmeiras imperiais mais antigas do Jardim.

Ao longo de quase dois séculos de existência, já recebeu os nomes de Real Horto, Real Jardim Botânico, Jardim Botânico do Rio de Janeiro e, em 1996, virou Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pela sua importância histórica, cultural, científica e paisagista, ele também foi reconhecido internacionalmente como um Museu Vivo na área da Botânica e definido pela Unesco como uma das reservas da biosfera. Nos seus 194 anos de vida é um exemplo de continuidade no que diz respeito à sua missão, como área voltada para a pesquisa botânica, e conservação das coleções.

Arcos da Lapa
Localizado no Largo da Lapa, se concentrava a vida noturna carioca, os Arcos da Lapa se mantêm como principal monumento do Rio colonial. Sua magnífica estrutura é composta por 42 arcos de dupla arcada. Foi originalmente construído para abastecer a cidade com água do rio Carioca, nome que originou seu primeiro nome, Aqueduto Carioca. Sobre o aqueduto, hoje trafega o bonde que liga o centro às ruas antigas de Santa Teresa, pitoresco bairro com uma comunidade artística e com grande variedade de bares, restaurantes, museus, centros culturais e estúdios de arte.

Parque de Madureira

No coração de Madureira, bairro da zona Norte do Rio e principal centro comercial da região, está o Parque de Madureira. Possui 3,9 Km de extensão com várias opções de lazer e esportes, local super agradável para a prática de exercícios.

Maracanã
Maracanã guarda a história do esporte que é a cara do Brasil, o Futebol. Já foi considerado o maior estádio do mundo. Foi construído em 1950 para sediar a Copa do Mundo, e projetado para receber 166.369 pessoas. Hoje, após as reformas de conforto e melhorias para a Copa do Mundo de 2014, comporta um público de 80.000 pessoas.

Seu nome oficial, Estádio Jornalista Mário Filho, é uma homenagem a um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Em 16 de junho de 1950, o Maracanã foi inaugurado com um jogo entre cariocas e paulistas, com o eterno Didi marcando o primeiro gol de placa da história do estádio. Desde então, foi palco de grandes conquistas do futebol brasileiro, dentre elas, a decisão do mundial de clubes em 1963. Naquele ano, cerca de 200 mil pessoas assistiram à vitória do Santos, de Pelé, em cima do Milan, da Itália.

Grandes espetáculos musicais foram realizados no local, com a vinda de consagrados ídolos internacionais como Frank Sinatra, Madonna, Rolling Stones, Tina Turner, Prince e Paul MacCarthney. Este último, entrou para o livro dos recordes em 1991, como o show de cantor solo que registrou o maior público da história daquela época. Outros marcos importantes foram a celebração da missa campal em 1980 e o Encontro com as Famílias, em 1997, presididos pelo Papa João Paulo II.

O complexo esportivo do Maracanã ocupa uma área total construída de 304.284 m² e reúne o Maracanãzinho, onde são realizadas competições esportivas além de espetáculos de entretenimento, o Estádio Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio Delamare.

Pão de Açúcar
Idealizado em 1908 pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos e inaugurado no dia 27 de outubro de 1912, o bondinho do Pão de Açúcar fez 90 anos em 2002. Primeiro teleférico instalado no Brasil e terceiro no mundo, é um dos mais importantes ícones do turismo carioca, tornando-se uma das principais marcas registradas da cidade do Rio de Janeiro no exterior.

Considerado um dos mais seguros do mundo, diariamente pela manhã, antes de receber os primeiros turistas, os bondinhos saem numa viagem de vistoria. O percurso é todo programado e controlado por equipamento eletrônico, que verifica 47 itens de segurança. O complexo turístico é formado por três estações – a da Praia Vermelha, Morro da Urca e Pão de Açúcar – interligadas por quatro bondinhos – dois no trecho Praia Vermelha/Morro da Urca e dois no trecho Morro da Urca/Pão de Açúcar. O Morro da Urca tem 220 m de altura e o do Pão de Açúcar, 396 m.

Cercado por uma vegetação característica do clima tropical, com resquícios de Mata Atlântica, possui espécies nativas que em outros pontos da vegetação litorânea brasileira já foram extintas, e também raras espécies vegetais, como a orquídea “laelia lobata”, que só floresce em dois locais no planeta: no morro do Pão de Açúcar e na Pedra da Gávea, ambos no Rio de Janeiro. O morro do Pão de Açúcar recebe diariamente centenas de alpinistas, montanhistas e ecologistas brasileiros e estrangeiros.

Quinta da Boa Vista
O parque faz parte do Solar da Boa Vista, residência real e dos imperadores do Brasil de 1822 e 1889, quando foi proclamada a República.

Possui uma área de 155 mil metros quadrados, ajardinada em 1869 segundo projeto do paisagista francês Auguste Glaziou. O visitante, ao entrar pelos portões laterais, percorre a Alameda das Sapucaias, ladeada por estas árvores, e percorre o traçado romântico criado pelo paisagista, que ainda conta com lagos, grutas e recantos nos seus jardins imperiais.

Cristo Redentor
O Cristo Redentor, o cartão postal carioca de 38 metros, teve sua pedra fundamental lançada em 1922 e a inauguração em 12 de outubro de 1931, sendo a única maravilha brasileira. Do alto de seus 38 metros – e dos 710 metros do Morro do Corcovado -, o Cristo é a imagem da fé e da simpatia do povo carioca e completa, em 2007, 76 anos.

O Cristo Redentor conta com três elevadores panorâmicos. O acesso se dá por uma área que atende tanto os visitantes que chegam de carro quanto os que desembarcam na plataforma de trem da Estrada de Ferro do Corcovado.

E antes mesmo de chegar ao Cristo, os visitantes já podem conhecer um pouco da história do cartão-postal. A Estação do Cosme Velho, possui área de embarque, lojas de apoio turístico, sala VIP e auditório. O grande destaque é o Espaço Cultural, onde se perpetua toda a rica história da Estrada de Ferro e do Monumento ao Cristo.

Aterro do Flamengo
O Parque Brigadeiro Eduardo Gomes, conhecido como Aterro do Flamengo, possui 1.200.000 m² de área verde à beira-mar, com arbustos floridos, uma profusão de árvores, compondo uma das mais visitadas e belas áreas de lazer da cidade.

O parque foi informalmente inaugurado em 12 de Outubro de 1965, Dia da Criança, com uma grande festa popular idealizada por Lota. Nascia então uma das principais áreas de lazer da cidade, com quadras polivalentes, campos de futebol, playground, anfiteatro, pistas de skate e aeromodelismo. Há ainda um restaurante e quiosques, a Marina da Glória e o Museu de Arte Moderna – MAM.

Do Aeroporto Santos Dumont a Enseada de Botafogo, o parque oferece as mais diversas atrações. Um roteiro interessante, por exemplo, pode ser iniciado no Museu de Arte Moderna, passando-se para o Monumento aos Pracinhas, a Marina da Glória, o Museu Carmem Miranda, até o Monumento a Estácio de Sá – fundador da cidade. Um espetáculo interessante é a troca da guarda promovida pelas três Forças Armadas, sempre no primeiro domingo de cada mês, no Monumento dos Pracinhas. Também aos domingos e feriados o Aterro e suas pistas de rolamento ficam inteiramente liberados ao público, que aproveita para se dedicar às mais variadas formas de lazer.

Parque Nacional da Tijuca
O Parque Nacional do Rio de Janeiro, com 33 km², teve seu nome definitivamente alterado para Parque Nacional da Tijuca, em 8 de fevereiro de 1967, por meio do Decreto Federal nº 60.183. Em 4 de julho de 2004, um Decreto Federal s/n ampliou os limites do Parque em 39,51 km², incorporando locais como o Parque Lage, por exemplo. Através de doação, realizada em julho de 2011 por conta dos 50 anos de sua criação, a Unidade ampliou seus limites em 3 hectares em área que agora integra o setor Floresta da Tijuca.

Além dos belíssimos panoramas de seus diversos mirantes (Paineiras, Vista Chinesa, Mirante Dona Marta, Vista do Almirante), no Parque Nacional da Tijuca consegue-se desfrutar o silêncio, a calma, o ar puro, a temperatura amena e o ambiente inspirador da floresta tropical. Caminhadas em trilhas, banhos de cachoeira (sem utilização de produtos químicos), passeios de bicicleta nas vias asfaltadas e piqueniques são algumas das atividades recreacionais permitidas. Através de caminhadas moderadas, descortinam-se soberbas vistas na Pedra Bonita (693 m), Pico do Papagaio (987 m) e Pico da Tijuca (1.021 m) e, com caminhada um pouco mais árdua, aprecia-se o panorama espetacular da Pedra da Gávea (844 m).

A flora representada com 1619 espécies vegetais existentes no Parque. Destas, aproximadamente 433 estão ameaçadas de extinção. Ao todo, são 328 espécies animais, dentre anfíbios, aves e mamíferos, estando 16 delas ameaçadas de extinção.

Parque Estadual da Pedra Branca
Localizado na Zona Oeste da cidade, é considerado um dos maiores parques urbanos do mundo e a maior floresta urbana do país, ocupando cerca de 10% da área total do município do Rio de Janeiro, e possui cerca de 12.500 hectares de área coberta por vegetação típica da Mata Atlântica. Existem três núcleos o Pau-da-Fome: Onde estão localizados a sede e o centro de visitantes, com exposição permanente. A sede é dotada de anfiteatro e áreas de lazer com tratamento paisagístico e sinalização direcional.; Núcleo Piraquara: A área conta com brinquedos para crianças, poços refrescantes e acesso às vias de escaladas, além da Cachoeira do Barata, única disponível para banho.; Núcleo Camorim: Trilha de aproximadamente 4 km com belas paisagens até o açude, no alto do parque.

Campo do Santana

Localizado na Praça da República, é uma das maiores áreas verdes do Centro do Rio, com 155.000 m² de área verde, bem no coração da Avenida Presidente Vargas. Um dos espaços livres mais tradicionais da cidade, já era utilizado pela população nos tempos coloniais, muito antes do Rio de Janeiro ser habitado pela corte portuguesa. Dois importantes momentos da história brasileira ocorreram ali: a aclamação do Imperador Pedro I e a Proclamação da República.

Árvores frondosas, grutas, pontes , chafariz e monumentos de figuras mitológicas ornamentam o grande passeio público, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Importantes esculturas ornamentam o Campo de Santana, como as obras que homenageiam as quatro estações, datadas de 1906, de autoria de Paul Jean Baptista Gasg e Gustave Frédéric Michel.

Sítio Arqueológico Cais do Valongo
O Sítio Arqueológico Cais do Valongo recebeu o título de Patrimônio Mundial da Unesco, no dia 9 de julho. Localizado na zona portuária da cidade, o antigo cais de pedra redescoberto debaixo de toneladas de terra durante as obras de reurbanização do Porto Maravilha, hoje está exposto e aberto para visitação após a recuperação da área. O local foi o principal porto de desembarque dos navios negreiros com africanos escravizados no Brasil e faz parte da história do país. O espaço faz parte do Porto Maravilha, no Centro do Rio, e está localizado em uma área conhecida como Pequena África, onde ainda se encontram os Jardins Suspensos do Valongo; ambos podem ser visitados diariamente.

PRAIAS

Arpoador
800 metros de areia localizado no começo de Ipanema, delimitado também pelo lindo Parque Garota de Ipanema.

Barra da Tijuca
É a praia mais longa do Rio, com mais de 18km ao longo da Av. Sernambetiba. O ponto mais movimentado da praia fica situado em frente a Barraca do Pepê, nome do famoso piloto brasileiro de asa-delta, que faleceu em uma competição no exterior.

Barra de Guaratiba
Situa-se em região de reserva ecológica, entre restinga de marambaia, manguezais e mata atlântica.

Copacabana
Uma das mais famosas praias do mundo, se estende sinuosamente pela Av. Atlântica. Seus 3,4 Km de extensão começam na Av. Princesa Isabel e terminam no Forte de Copacabana. Por ser a praia mais larga do Rio, Copacabana concentra o futebol e o volley de praia.

Foto: Praia de Copacabana nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 por Felipe Barros


Grumari

Também localizada em uma área de proteção ambiental, é uma praia com mar forte em meio a um cenário primitivo.

Ipanema
Famosa devido à música “Garota de Ipanema”, a praia de Ipanema possui 2 km e é separada do Leblon pelo Canal do Jardim de Alah, canal que liga a Lagoa ao mar.

Joatinga
Para chegar só de carro. Localiza-se no meio da estrada do Joá, que liga São Conrado à Barra da Tijuca. É necessário descer por um caminho entre as pedras para chegar à pequena praia, os mais velhos e as crianças devem ter atenção redobrada. A areia é branquinha, o mar permite tanto a prática do surf quanto o banho. Lugar perfeito para relaxar com a família e para os surfistas pegarem boas ondas.

Leblon
Com aproximadamente 1,3km, a praia do Leblon se estende de Ipanema até o Mirante do Leblon, uma das mais bonitas vistas de ambas as praias.

Leme
Compreende-se por praia do Leme o trecho de um quilômetro que vai do morro do Leme até a Av. Princesa Isabel, a partir daí, começa a praia de Copacabana.

Praia da Macumba
É uma praia extensa com quiosques por toda a orla e ciclovia. A pedra do Pontal separa a Praia da Macumba do Recreio. Em maré baixa, um estreito caminho no areia se forma da praia até o pontal, permitindo que se chegue nele. A subida até o alto leva cerca de uma hora. A vista lá de cima vale o esforço da subida. É possível observar, do lado direito, toda a extensão de areia do Recreio à Barra da Tijuca e do lado esquerdo a Prainha. Ponto preferido dos surfistas por suas ondas cheias e compridas praticamente o ano todo, ideal para os long borders.

Praia do Abricó
Única praia naturista do Rio de Janeiro, está situada na Área de Proteção Ambiental de Grumari e possui aproximadamente 1,5 Km de extensão. Um lugar de águas cristalinas, cercada por montanhas e vegetação tropical.

Praia do Diabo
A Praia do Diabo fica à esquerda da Pedra do Arpoador. É uma pequena praia, diante do mar aberto, rodeada de coqueiros. Há uma pequena praça, antes da descida para praia, com bancos onde se pode sentar e apreciar a paisagem desfrutando de uma água de coco bem gelada. Tem esse nome porque quando o mar está virado, fica muito mais violento naquele ponto.

Praia Vermelha
243m de areia tendo como cenário principal os morros da Urca e do Pão de Açúcar.

Prainha
Área de proteção ambiental, com 700m de extensão, de mar forte, muito utilizada para a prática do surf.

Recreio dos Bandeirantes
Uma charmosa enseada com cerca de 2km de extensão no final da Av. Sernambetiba.

Reserva

Praia de aspecto selvagem, fica entre a praia da Barra da Tijuca e a Praia do Recreio.

São Conrado
Seu nome oficial é Praia da Gávea, porém mais conhecida como Pepino. É a área de aterrissagem para os praticantes de para-pente e asa-delta, que colorem o céu todos os finais de semana.

Como Chegar

De Ônibus:
Existem diversas linhas rodoviarias em todo país com destino a cidade do Rio de Janeiro.

De Carro:
A cidade e cortada pelas BR116, BR101 e BR493.

De Avião:
Linhas nacionais e internacionais em companhias regulares de aviação.

De Navio:
Diversos cruzeiros de viagens desembarcam no porto do Rio de Janeiro, Procure uma companhia de cruzeiro no Google, a melhor e mais dispotada época é a do Carnaval.

 

Mapa da região

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